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A menina de caracóis

"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo." Fernando Pessoa

A menina de caracóis

"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo." Fernando Pessoa

As coisas que eles odeiam e que nós usamos

Eles dizem que não percebem nada de moda, que é um assunto fútil e que não lhes interessa. Mas não se iludam meninas, eles nem sempre morrem de amores pelo que temos no nosso armário e não perdem uma oportunidade para o demonstrar. Vejamos alguns exemplos. Na semana passada, decidi tirar do armário o meu sapatinho preto bicudo e imaginem qual foi a primeira reacção dele: "Estás chateada e vais dar um pontapé a alguém ou vais matar algum bicho com isso?". Claro que depois de ouvir isto me apeteceu mesmo dar um pontapé a alguém (no bom sentido da frase, não me vão já acusar de violência doméstica), mas decidi ignorar. O homem, até hoje, ainda não percebeu que este tipo de sapato além de alongar a silhueta das mulheres mais baixinhas também dá um toque de feminilidade a quem os usa. O estampado animal, parece ser outra tendência feminina que não lhes agrada. Acho até que lhes fere a vista. Há uns dias atrás, enquanto tomávamos café numa esplanada eis que, inesperadamente, passa uma colega nossa que trás vestido um macacão com padrão animal e imaginem o comentário de um dos meninos: "Abriram as portas do zoológico ou fugiste?". A julgar pela cara que ela fez naquele momento, eu diria que era melhor ele fugir antes que ela decidisse soltar a fera que vive dentro dela. Outro menino que ainda não percebeu que este tipo de estampado, usado de maneira correcta, faz toda a diferença num visual. Continuando a falar em coisas que ferem o olhar masculino passo para os vernizes. Para eles, duas ou mais cores, indica que nos faltou o verniz e que decidimos improvisar e tons como o amarelo e o verde são cores do outro mundo. Quanto à maquilhagem, nos olhos torna-se muito pesada, demasiado artificial. Eles dizem que por vezes lhes dá a sensação de termos andado metidas em alguma confusão e que acabamos todas com os olhos negros. Já nos lábios, parecem tolerar desde que não usemos aquelas cores muito intensas que se vêm a quilómetros de distância. Por último, as tão usadas calças de ganga largas e rasgadas. Eles dizem que não favorecem em nada o corpo, acham até que podem ser usadas para praticar exercício físico ou para usar em casa como pijama. Resumindo e concluindo, eles (pelo menos alguns) continuam com comentários machistas em relação a algumas tendências femininas e ainda não perceberam que nós, mulheres, nos arranjamos não para lhes agradar mas sim para nos valorizarmos, para nos sentirmos bem, confiantes, bonitas, etc. Tenho a certeza que existem muito mais coisas no nosso armário que eles não gostam, estas são apenas algumas tiradas de uma pequena, mas muito divertida, conversa entre amigos. 

Orgulho e Preconceito: o livro

Sou romântica, apaixonada, sonhadora, gosto de um bom romance, adoro ouvir uma história de amor, tenha ela um final feliz ou não, enfim, sou uma pessoa que ainda acredita na força do amor, no príncipe encantado e no "viveram felizes para sempre". Na verdade, todos sabemos que a realidade é bem diferente, uns por experiência própria, outros por acharem esta coisa do amor uma tolice chapada e outros por não estarem para aí virados. No fundo, "Somos poucos os que temos valentia suficiente para nos apaixonarmos completamente se a outra parte não nos encoraja." No entanto, ainda acredito que existam histórias de amor verdadeiramente arrebatadoras, como esta do livro: Orgulho e Preconceito de Jane Austen. A história mostra a maneira como a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados com a educação, a cultura, a moral e o casamento na sociedade aristocrática inglesa do início do século XIX. Para mim, é uma linda história de amor que marca pela delicadeza, inteligência e um pouco de bom humor.

 

O livro está repleto de frases marcantes como estas, por exemplo:

 

Darcy em relação a Elizabeth: "É razoável, mas não suficientemente bonita para me tentar. Aliás, de momento não me sinto na disposição de consolar as jovens que outros desdenharam."

 

Darcy para Elizabeth: "Sei que é generosa de mais para fazer pouco de mim. Se os seus sentimentos são ainda os mesmos que manifestou em Abril passado, diga-mo imediatamente. O meu amor e os meus desejos permanecem inalterados; mas basta uma única palavra sua para que nunca mais lhe fale no assunto."

 

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Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições. Neste livro, Jane Austen faz também uma critica às mulheres na voz dessa heroína.

Em recuperação...

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A tarde de Segunda-feira (31 de Agosto), foi um bocado complicada para esta menina. Para ela, já não é fácil passar 5 minutos que sejam numa clínica veterinária, quanto mais passar muitas horas seguidas ou uma tarde inteira, como foi o caso. Sempre que ela se apercebe que vai para a clínica, começa a tremer, a ficar agitada, a andar de um lado para o outro meia desorientada. Enfim, o pânico é tanto que chega mesmo a ficar com febre. Desta vez, também não foi excepção, acho até que foi pior, talvez por sentir a nossa preocupação, o nosso medo. Tudo começou mais ou menos à três semanas, depois de uma bela caminhada às 7 horas da manhã. Enquanto estava a fazer-lhe a higiene, ao escová-la apercebi-me de um caroço na coxa da pata esquerda. Primeiro pensei que seria apenas impressão minha, que não era o que eu estava a pensar mas depois de verificar melhor, vi que realmente estava ali qualquer coisa diferente. Algo que não era suposto estar ali, que não estava preso à pele, não estava em ferida, não estava negro, não parecia ser picada de bicho e pior, era algo que não doía ao toque. Como devem calcular entrei em pânico. Ouvimos tanta coisa sobre caroços que imediatamente me passaram milhões de coisas pela cabeça. Naquele momento, estando eu sozinha em casa fiquei sem saber o que fazer, sem reacção e com os olhos fixos na menina e ela em mim, como se estivessemos a ter uma conversa só com olhar. Não me recordo ao certo quanto tempo ficamos assim mas uma coisa é certa, sendo ela uma cadelinha extremamente inteligente apercebeu-se do pânico que ía dentro de mim, no meu olhar. Tanto que, passado algum tempo ela latiu baixinho como que a dizer-me que estava tudo bem, para não me preocupar. Claro que durante toda a manhã aquilo não me saiu mais da cabeça e depois de almoço lá fomos nós a correr para a clinica veterinária. Na primeira consulta, o veterinário tranquilizou-nos dizendo que com a medicação prescrita o caroço iria desaparecer, que não era nada de grave mas para estarmos atentos a qualquer alteração. Caso o caroço aumentasse para o contactarmos de imediato. Isso sim, era grave. Apesar de tudo, a consulta correu bem mas mesmo assim não saí muito convencida de lá, não me perguntem o porquê. Passado oito dias lá estavamos nós outra vez. Tudo na mesma, sem qualquer alteração, só o facto de não ter aumentado me consolava um bocado. Na segunda consulta, o veterinário disse que era melhor remover. Se fosse inflamatório já teria desaparecido ou pelo menos estaria mais pequeno e visto que era algo estranho que estava dentro dela, podendo este ser bom ou mau, não convinha arriscar. Assim aconteceu, na Segunda-feira, depois de efectuados todos os exames necessários, a cirurgia foi realizada com sucesso. Claro que, todas as cirurgias com anestesia geral têm os seus riscos mas o importante é que a nossa menina está bem. No mesmo dia veio para casa, super bem disposta, como sempre. À saída do carro, ainda quis caminhar um bocadinho antes de entrar em casa e depois de um pequeno regime regalou-se com a comidinha que lhe demos. Por enquanto, não tem é muita vontade de brincar de resto, faz tudo normalmente, com as devidas precauções. Quanto ao nódulo retirado, foi para análise. O veterinário disse para não nos preocuparmos porque como não tinha mau aspecto, não tinha raizes, nem estava ligado a nada, tem tudo para correr bem. Nem imaginam o alívio que foi ouvir isto do médico. 

NIKKI Bag da Guess

E assim se apresenta a NIKKI Bag da Guess, linda de morrer, o sonho de qualquer mulher. Com tons marcantes, a NIKKI Bag vai tornar os conjuntos de quem a comprar num verdadeiro sucesso! Estou completamente apaixonada, só tenho pena que os preços não sejam tão apelativos quanto os padrões apresentados pela marca, pelo menos para mim não o são. Resta-me sonhar e acreditar que alguém se vai lembrar de mim no Natal :)

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(NIKKI FLORAL CROSSBODY FLAP BAG)

 

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(NIKKI FLORAL CHAIN TOTE BAG)

 

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 (NIKKI FLORAL CHAIN TOTE BAG) 

 

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(NIKKI GRAFFITI CHAIN TOTE BAG)

 

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